17 de junho de 2018

Wishlist #41 - Funkos de Lost

Lost foi uma das séries que mais desgraçou a minha cabeça. A trama é mirabolante e cheia de elementos que fizeram o pessoal bolar milhões de teorias. Eu confesso que desisti da série na sexta e última temporada por achar que as coisas começaram a tomar um rumo estrambólico demais, mas rever desde o início pra saber que fim teve essa história é algo que está nos meus planos não tão distantes. E os pops, claro, não poderiam faltar...

10 de junho de 2018

Wishlist #40 - Funkos de Westworld

Faz um tempo que eu assisti Westworld mas achei a ideia da série super original. Trata-se de um cenário do velho oeste construído por uma empresa que proporciona aos clientes uma experiência única de exploração e interação com os personagens dotados de inteligência artificial. Mas claro que muitas coisas começam a acontecer e o mistério ao redor disso é o que nos deixam viciados querendo saber o que mais virá pela frente.
E os pops da série são super bonitinhos:

5 de junho de 2018

Na Telinha - Gilmore Girls (1ª temporada)

Título: Gilmore Girls (Gilmore Girls)
Temporada: 1 | Episódios: 21
Elenco: Lauren Graham, Alexis Bledel, Melissa McCarthy, Keiko Agena, Scott Patterson, Yanic Truesdale, Kelly Bishop, Edward Herrmann
Gênero: Família/Comédia/Drama
Ano: 2000
Duração: 42min
Classificação: +12
Nota:
Sinopse: Lorelai Gilmore (Lauren Graham) tem uma relação tão amigável com sua filha, Rory (Alexis Bladel), que muitas vezes elas são confundidas como irmãs. Entre o relacionamento de Lorelai com seus pais, a nova escola preparatória de Rory, e os romances nas vidas das duas, há muito drama e muita diversão acontecendo.

Gilmore Girls é uma série que retrata o dia-a-dia disfuncional de Lorelai e Rory Gilmore, mãe e filha, viciadas em café, na aconchegante cidadezinha fictícia de Stars Hollow, onde todo mundo sabe da vida de todo mundo.


Lorelai é uma jovem mãe solteira que gerencia o hotel da cidade e faz de tudo pra dar o melhor pra filha, e isso inclui matriculá-la na melhor - e mais cara - escola particular e de grande prestígio da cidade, a Chilton. Porém, sem dinheiro suficiente, ela acaba recorrendo aos seus pais endinheirados para que eles custeiem os estudos de Rory. Em contrapartida, Emily, a matriarca intrometida, insensível e controladora da família Gilmore, exige que as duas participem de um jantar semanal em sua mansão a fim de reunir a família e se aproximar delas, afinal, desde que Lorelai engravidou aos dezesseis anos, ela não quis mais saber de seus pais depois de ter sido tão repreendida e saiu de casa pra cuidar da própria vida. Mas, pensando no futuro e na felicidade da filha, ela não hesitou em pedir o dinheiro emprestado a eles e preferiu aguentar as consequências de pedir essa ajuda, mesmo que isso significasse passar por estresses constantes, humilhações e aturar os desaforos absurdos da mãe..


Rory é uma adolescente esforçada, inteligente e que adora livros. Mesmo que gostasse da escola pública que estudava, ela (e sua mãe) acreditava que pra realizar seu sonho de ir pra Harvard, deveria aproveitar as oportunidades e estudar num colégio melhor. O que ela não esperava era que as coisas fossem tão difíceis com os demais alunos, incluindo Tristin, um garoto bonito mas insuportável que não sabe lidar com a rejeição de Rory, e Paris, que vê Rory como uma rival e vive para azucriná-la a qualquer custo. E as constantes cobranças dos professores também não facilitam a vida da menina.
Assim, de um lado vamos acompanhando a rotina escolar de Rory, sua amizade com Lane, seu primeiro amor com o fofo Dean, seu relacionamento com sua mãe e com os avós que ela mal conhecia. E de outro, a vida de Lorelai, seu cotidiano no trabalho, sua frustração com sua mãe, a amizade com Sookie, a chef do hotel, e com Luke, o cara legal e dono do café da cidade que todo mundo frequenta.


A primeira temporada da série não é muito curta (são vinte e um episódios de pouco mais de quarenta minutos) e sempre tem um assunto envolvendo família, amor ou amizade a ser tratado nos episódios. Talvez por ter estreado há quase vinte anos, é aquele tipo de série com um ritmo que não se vê nas séries atuais. Não há nada de grandioso acontecendo, tudo acontece de uma forma bem lenta, e mesmo que a série trate de questões adolescentes, o que fica claro é a construção do relacionamento entre mãe e filha, a ideia de tentarem levar esse relacionamento sem segredos, de serem amigas e de confiarem uma na outra, mesmo que, às vezes, isso não seja muito simples e fácil de se fazer, e é isso que acaba prendendo a atenção. Os diálogos das duas sempre são bem inteligentes, dinâmicos e cheios de referências à cultura pop, e isso é um charme extra que a série possui.


Rory é bem madura pra idade que tem, e muitas vezes me perguntei como pode ela ser tão sensata e inteligente, ao levar em consideração que sua mãe é uma completa maluca. Lorelai pode ter sido a filha rebelde que trouxe desgosto para seus pais controladores, mas, mesmo tendo sido mãe solteira e batalhado duro para criar Rory sozinha, ela é um tanto peculiar. Talvez sua construção seja uma forma de retratar uma personagem como sendo "gente como a gente", a mãe que, como todas as demais, põe a filha em primeiro lugar na vida e faz de tudo por ela, o que é lindo de se ver, mas ainda tem seus defeitos. Ciumenta, destrambelhada, irritante e até egoísta são algumas das suas carateristas que lhe dão um ar cômico, principalmente pela infinidade de piadinhas que ela vive fazendo a fim de quebrar a tensão que paira no ar, mas isso não me agradou muito pois tudo que vem em excesso acaba sendo prejudicial ao meu ver. Suas indecisões, inseguranças e até falta de consideração (disfarçada de esquecimento) com quem se importa com ela são tantas que penso que ela ainda tem um longo caminho de amadurecimento pela frente... Não digo que ela seja ruim, muito pelo contrário, só acho que, no meu ponto de vista, seus defeitos de destacaram mais do que suas virtudes e acredito que com o tempo, e com as experiências que ela ainda vai ter, ela melhore.


Assim como sua mãe, Emily, que não perde a oportunidade de jogar em sua cara o quanto ela foi inconsequente e irresponsável no passado, ou o quanto perdeu por ter desperdiçado as oportunidades que ela poderia ter quando engravidou. Mas ao mesmo tempo dá pra perceber que por mais revoltante que seja toda essa intromissão, por mais absurdo que seja, esse é o jeito que ela encontrou de se reaproximar da filha e da neta como tentativa de por fim na amargura que carrega dentro de si, e em alguns momentos ela pode até ser, sim, bem compreensiva, por mais que se ache a dona da razão e seja uma personagem que a gente já começa a odiar logo da primeira vez que entra em cena.

De resto, acho legal ressaltar que, mesmo que o feminismo não fosse algo tratado naquela época como é hoje, é legal de se ver como as personagens femininas, num geral, são interessantes, assim como as formas individuais de cada uma levar a vida e lidar com os problemas que aparecem, já que tem personalidades próprias e pensamentos distintos, enquanto os personagens masculinos estão alí para acrescentarem algo e colaborarem para o desenvolvimento das histórias delas.


Luke é ótimo é a construção da amizade dele com Lorelai é gradual e cheia de sutilezas, e é impossível não torcer pra que eles fiquem juntos. Michel, o recepcionista do hotel, tem um mau humor fora do comum e uma cara de bosta impagável, mas é muito engraçado. Inclusive corro o risco de ter me identificado com ele bem mais do que com as meninas.


Uma coisa que achei bem clichê na série é aquela ideia de um relacionamento que começa na base do ódio, mas que vai se desenvolvendo e dando a entender que no final das contas tudo vai ficar bem e virar amor/amizade, principalmente por Rory ser compreensiva e ser sempre capaz de enxergar o lado positivo em todo mundo, mesmo que sejam babacas com ela. É o caso de Tristin e Paris. Tristin é um palhaço que se acha e parece só querer ficar com Rory para se autoafirmar de que ele pode ter o que quer, quando quer, mas no fundo é super carente. E Paris é a chata insuportável da escola que pega no pé de quem possa representar uma ameaça pra ela de acordo com o que ela pensa (e que quase nunca corresponde a realidade). Ela não tem amigas verdadeiras, não quer que seus problemas sejam o centro das atenções e tenta desviá-los, trazendo os problemas alheios à tona. E mesmo que Rory seja a única que a enfrente, é impossível não esperar que essa rivalidade logo vai chegar ao fim e se transformar em uma sólida amizade, mesmo que sempre aconteça algum mal entendido que parece impedir isso. Tenho certeza que em algum momento Paris vai ceder e assumir que Rory pode ser uma grande amiga, já que ela não tem nenhuma que acrescente algo em sua vida.


Enfim, até então não é a série preferida da minha vida, mas gostei bastante a ponto de querer continuar (mesmo que eu tenha começado tão tarde). Só me resta aguardar o que as próximas temporadas reservam...

3 de junho de 2018

Wishlist #39 - Funkos de Wizard of Oz

Mais uma Wishlist que é bem capaz que fique só no sonho, mesmo. Digna de colecionadores hard e root... Os Funkos da coleção de O Mágico de Oz são bem antigos, o próprio formato e os detalhes já evidenciam isso, mas não deixam de ser muito fofos. Por serem antigos e bem raros, esses pops são caríssimos, e alguns deles podem custar mais de R$1.000,00! Imaginem a coleção completa, então... Só ganhando na Megasena pra realizar o sonho da casa própria o sonho de ter essas peças na coleção...




2 de junho de 2018

A Libélula No Âmbar - Diana Gabaldon

Título: A Libélula no Âmbar - Outlander #2
Autora: Diana Gabaldon
Editora: SDE/Arqueiro
Gênero: Romance histórico/Fantasia
Ano: 2014
Páginas: 944
Nota:
Sinopse: Claire Randall guardou um segredo por vinte anos. Ao voltar para as majestosas Terras Altas da Escócia, envoltas em brumas e mistério, está disposta a revelar à sua filha Brianna a surpreendente história do seu nascimento. É chegada a hora de contar a verdade sobre um antigo círculo de pedras, sobre um amor que transcende as fronteiras do tempo... E sobre o guerreiro escocês que a levou da segurança do século XX para os perigos do século XVIII.
O legado de sangue e desejo que envolve Brianna finalmente vem à tona quando Claire relembra a sua jornada em uma corte parisiense cheia de intrigas e conflitos, correndo contra o tempo para evitar o destino trágico da revolta dos escoceses. Com tudo o que conhece sobre o futuro, será que ela conseguirá salvar a vida de James Fraser e da criança que carrega no ventre?

Resenha: Depois de todos os acontecimentos de tirar o fôlego do primeiro livro, só resta ao leitor preparar o coração para esta incrível continuação.

Depois de viver alguns anos inesquecíveis ao lado de Jamie, na Escócia do século 18, Claire conseguiu voltar para o presente e retoma o casamento com seu primeiro marido, Frank, que não a esquecera. O que, inicialmente, deixa o leitor perdido, é o fato de que a história começa a ser narrada por Roger, um historiador filho do Reverendo amigo de Frank, e o ano é 1968. Vinte anos se passaram desde que Claire viajou no tempo pela segunda vez para voltar para casa, grávida de Jamie, se sentindo perdida mais uma vez, e para os braços de Frank. Ninguém sabe o que aconteceu, pois, no final do primeiro livro, Claire e Jamie embarcaram numa viagem rumo a França.
Agora nos deparamos com um casal infeliz que se mudou pra Boston, nos EUA, e vive de aparências, com uma linda filha (que Frank assumiu,mesmo não sendo pai biológico), chamada Brianna. Claire se tornou uma cirurgiã de renome e coloca o trabalho em primeiro lugar.

Depois de alguns eventos fatídicos, Claire, Brianna e Roger viajaram para a Escócia onde Claire pede ajuda a Roger para procurar por qualquer coisa que pudesse comprovar não só os três anos de sua vida de duzentos anos atrás, como também a existência de Jamie. Brianna cresceu sem saber de nada, e acreditava que Frank era seu pai biológico, então seria difícil para ambos acreditarem no que Claire alegava ter acontecido.
Assim, vamos acompanhando o desenrolar da história em busca de maiores explicações sobre o motivo que fez com que Claire voltasse, porque ela guardou segredo sobre o que viveu ao lado de seu verdadeiro amor, Jamie, e como ela e a filha lidaram com o fato de que essa viagem no tempo realmente aconteceu, e que Brianna é fruto disso.

Durante os relatos de Claire, vamos acompanhando que a vida dela e de Jamie foram totalmente transformadas ao chegarem na França, seja pelo novo e requintado estilo de vida cercado pela realeza, ou pelo fato de que Jamie passa a participar dos embates políticos da época. Devido as atrocidades intragáveis que ele sofreu nas mãos do doentio "Black Jack", é bastante difícil e triste acompanhar seu trauma e o quanto ele se distanciou de Claire e de seus amigos, mas aos poucos, e com bastante ajuda, ele começa a superar o que aconteceu, e, neste volume, percebemos o quanto esse relacionamento, que parecia estar tão frágil, começa a se fortalecer, mesmo que esteja fadado a mais uma separação (justificada, claro), afinal, Claire retorna para o presente. Mesmo sendo um fugitivo, sua participação na política também acaba sendo algo que o distrai, mesmo que isso faça com que ele fique um pouco ausente. Dessa forma, mesmo grávida, Claire se envolve nos cuidados de pacientes necessitados aproveitando de seus conhecimentos médicos, e passa a ajudar as freiras e enfermeiras da comunidade francesa local. E enquanto isso, Claire e Jamie tentam interferir nos acontecimentos a fim de mudarem o destino trágico da revolta escocesa durante a batalha de Culloden, que naquela época, ainda estava prestes a acontecer.

Os elementos típicos da série, como batalhas, traições, perigos, intrigas políticas e claro, muito romance, só fazem com que a história fique rica, envolvente e muito viciante. Confesso que alguns pontos relacionados aos fatos históricos que se referem à política acabam sendo um pouco cansativos e até repetitivos, mas a história de Claire e Jamie é tão encantadora, e a vontade de saber como Brianna irá reagir quando descobrir toda a verdade são tantas que é impossível largar o livro.

Enfim, mais uma leitura imperdível, inesquecível e que passou a fazer parte dos livros favoritos da vida. Leiam, assistam a série, sofram junto com os fãs, mas morram de amores por esse casal maravilhoso e inseparável!

1 de junho de 2018

Resumo do Mês - Maio

Entre mortos e feridos, esse mês salvaram-se todos! Consegui colocar um monte de leituras e resenhas em dia, e posts que eu queria ter feito mês passado e não consegui. Bora ver que que teve no blog?

♥ Resenhas
- A Parte que Falta - Shel Silverstein
- A Parte que Falta Encontra o Grande O - Shel Silverstein
- A Mulher na Janela - A.J. Finn
Jardins da Lua - Steven Erikson
- A Coroa da Vingança - Colleen Houck
- A Viajante do Tempo - Diana Gabaldon

♥ Na Telinha
- iZombie (1ª temporada)
- Aggretsuko (1ª temporada)
- Making Fun: The Story of Funko

♥ Wishlist
- Funkos de Crash Bandicoot
- Funkos de Coco
Funkos de Gilmore Girls
- Funkos de iZombie
- Funkos de Outlander

♥ Sorteios
- A Mulher na Janela (até 25/06)
- Box Encantadas e a Rainha de Tearling (até 20/06)

♥ Caixa de Correio de Maio
Com meus popinhos de presentes de aniversário que eu mesma me dei, e que deixaram essa caixa a mais linda e esperada do ano!

31 de maio de 2018

Caixa de Correio #76 - Com presentes de aniversário que me dei

Depois de ter ficado meio desesperada com os aniversários do mês passado, esse mês foi aniversário da rapinha do tacho. Ian fez um aninho e nem tô acreditando que já passou tudo isso. Parece que foi ontem que eu tava no hospital esgoelando pra parir a criança, meudeusdocéu. Fiz uma festinha simples, como as outras, só pra gente aqui de casa e com tema de Snoopy e Charlie Brown. Ficou a coisinha mais fofa. Mais fofo do que isso só o Ian andando pra lá e pra cá no meio do povo achando que é gente, e ainda chupando pirulito.

Como eu tinha comentado na caixa passada, me dei de presente alguns pops da minha wishlist e fiquei super feliz porque, enfim, realizei meu "sonho de pop". O set de Friends já estava na minha lista faz tempo, mas pra conseguir foi preciso encomendar. E, depois de alguns meses de espera, chegou meu maior presente de aniversário de todos os tempos. Pra muitos pode ser a maior bobeira colecionar "bonequinhos cabeçudos", mas acho que só quem é colecionador tem noção do que é isso. Os pops que eu mesma importei, mesmo já tendo chegado aqui na cidade, ainda estão presos nos Correios por causa dessa greve terrível, então o jeito é esperar e deixar pra caixinha de Junho.

Mas enfim, bora ver o que chegou:

30 de maio de 2018

A Viajante do Tempo - Diana Gabaldon

Título: A Viajante do Tempo - Outlander #1
Autora: Diana Gabaldon
Editora: SDE/Arqueiro
Gênero: Romance histórico/Fantasia
Ano: 2014
Páginas: 800
Nota:
Sinopse: Em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, a enfermeira Claire Randall volta para os braços do marido, com quem desfruta uma segunda lua de mel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de pedras, no qual testemunha rituais misteriosos. Dias depois, quando resolve retornar ao local, algo inexplicável acontece: de repente se vê no ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros.
Tão logo percebe que foi arrastada para o passado por forças que não compreende, Claire precisa enfrentar intrigas e perigos que podem ameaçar a sua vida e partir o seu coração. Ao conhecer Jamie, um jovem guerreiro escocês, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao marido e o desejo. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar ao presente?

Resenha: Claire e Frank Randall acabaram de se casar, mas já tiveram que se separar para cumprirem com os deveres de seu país. Enviados para servirem na Segunda Guerra, ela era enfermeira chefe e trabalhava arduamente tentando salvar os feridos, e ele servindo bravamente como soldado no exército. Depois de alguns anos de horror, com o fim da Guerra, em 1945, eles se reencontraram e decidiram viajar para Inverness a fim de curtirem uma lua-de-mel.
Por nutrir grande paixão por História e ter grande vontade de saber mais sobre seus antepassados, Frank inicia uma pesquisa para montar sua árvore genealógica. Enquanto isso, Claire passeia pelos campos para conhecer mais sobre as propriedades das ervas e afins.
Num dos passeios do casal, eles presenciam um ritual místico em um círculo de pedras em Craig na Dun, mas quando Claire decide voltar lá sozinha para procurar uma flor, o inesperado acontece: ela escuta zumbidos em meio às pedras e de repente já está numa floresta onde se depara com um oficial do exército britânico muitíssimo parecido com seu marido, o sádico "Black Jack" Randall.
Logo em seguida Claire encontra um grupo de escoceses que está fugindo daquele oficial e acaba ajudando um deles que estava com o ombro deslocado. Esse seria seu primeiro contato com Jamie Fraser. A partir daí, a sassenach, que é como Claire passa a ser chamada por ser uma "forasteira", começa a perceber que viajou no tempo e está em 1743, numa Escócia dominada por clãs, medieval, violenta e ameaçada por uma guerra prestes a eclodir. O que a salva são seus conhecimentos em medicina e as propriedades de cura das ervas, que, de alguma forma, a torna "útil". E se sentindo perdida e obrigada a manter seu segredo para sobreviver, o que lhe resta é se adaptar enquanto não descobre como voltar para o futuro e para seu marido. Mas quando as coisas chegam num ponto que talvez não tenha mais volta, será que Claire vai continuar tentando voltar, ou ela encontrará algo para mantê-la exatamente onde está?

A história é narrada em primeira pessoa pelo ponto de vista de Claire, e a visão dela faz com que os leitores compartilhem de seus sentimentos ao estar presa num século diferente, confusa e deslocada, mas fazendo de tudo para se adaptar, mesmo que se meta em problemas de vez em quando. Seu comportamento e modo de falar não condiz com os costumes das mulheres daquela época, assim como a ideia de ela não parecer ter parentes ou não vir de lugar nenhum, e isso, claro, levanta suspeitas. Numa dessas ela acaba sendo obrigada a se casar com Jamie e agora precisa lidar com o fato de que Frank já é seu marido, mesmo que na época em que ela se encontre o homem sequer é nascido... A ligação e o desejo por Jamie começam a crescer cada vez mais, e ele sendo tão cavalheiro e preocupado com ela, é praticamente impossível de se resistir... Essa viajem no tempo não pode ter sido por mero acaso do destino, e a ideia de que nada, nem mesmo o tempo, pode separar pessoas que estão destinadas uma à outra, só se fortalece.

O livro é bastante rico em detalhes no que diz respeito à cultura escocesa do século 18, e acaba sendo bem complexo em seu desenvolvimento. Algumas partes são bem questionáveis e em certos momentos me peguei pensando que a forma como a história é conduzida poderia ser um tipo de estratégia da autora para amenizar o adultério ou até mesmo romantizar abusos e violência, mesmo que sejam fatores comuns da época em que a história se passa. Mas mesmo tendo ficado horrorizada com algumas cenas, é impossível não se empolgar com os detalhes, sejam eles baseados em fatos ou não, e com o romance entre Claire e Jamie que cresce e se fortalece cada vez mais.
Embora Claire seja teimosa e não tome as melhores decisões que já se viu, ela é inteligente, determinada e bastante ousada. Ela é um misto de virtudes e defeitos que acabam por tonando-a alguém com quem podemos nos identificar.
Jamie é um sonho. O homem, além de lindo, é um guerreiro cheio de coragem e que se dispõe a enfrentar o que for preciso por quem ama ou para defender os interesses e a liberdade de seu país.

Assim, pra quem gosta de romances históricos que se passam na época medieval, com toques bem colocados de sensualidade ao mesmo tempo que aborda intrigas políticas e disputas por poder, a série é obrigatória.

29 de maio de 2018

Na Telinha - Making Fun: The Story of Funko

Título: Making Fun: The Story of Funko
Produtora: Netflix
Direção: David Romero
Gênero: Documentário
Ano: 2018
Duração: 1h 39min
Classificação: Livre
Nota:
Sinopse: A Funko iniciou sua trajetória em uma garagem em 1998. Com personagens de vinil adorados em todo o mundo, a empresa credita o sucesso aos fãs.


No dia 24 de maio, o esperado documentário Making Fun: The Story of Funko estreou na Netflix para a alegria dos fãs. Nele podemos conferir entrevistas e relatos dos envolvidos sobre como foi a criação do bem sucedido império da Funko, assim como o impacto que a empresa teve, não só no universo do colecionismo, mas, na vida dos colecionadores.


Mike Becker foi o fundador da Funko, e seguiu seus princípios de apostar naquilo que ele gostava. Inicialmente, sua ideia era criar colecionáveis que lembravam os anos 50 por admirar bastante os estilos da época, e o que ele não imaginava era que por aí existiriam tantas pessoas que compartilhavam dos mesmos gostos que ele.


Porém, após alguns anos de trabalho duro, Mike se sentiu esgotado o suficiente para abrir mão do que construiu, e acabou vendendo sua empresa para o amigo Brian Mariotti, que já era fã da marca e tinha planos para que ela continuasse com o sucesso. Com isso, a Funko conseguiu licenças para lançamentos de renome, como Star Wars, DC, Marvel e outros personagens icônicos de grandes franquias, e por aí já se percebe a grandeza da coisa toda. No começo o público não gostou muito da nova linha de pops, os famosos e fofos cabeçudos que hoje são uma febre para os colecionadores de plantão, mas, talvez, pelo motivo de que antes das mudanças, a maioria dos colecionadores eram homens. Os pops agradaram mulheres e crianças pela aparência amigável e pelos detalhes incríveis de cada um deles. Quem imaginaria que um bonequinho do Freddy Krueger poderia ser tão simpático?

 
Como fã da marca e colecionadora, posso afirmar que fiquei bastante satisfeita com o que o documentário trouxe à tona, mesmo que ele não se aprofunde ou dê explicações sobre o processo de se conseguir ou não as licenças dos bonequinhos, ou como eles, como empresa, estão empenhados em atender aos fãs, principalmente aqueles que passam a noite em filas para conseguirem uma pulseirinha a fim de participarem dos eventos gigantescos e exclusivos que eles promovem. É tanta gente que mais parece um show!


O filme passa a ideia de que Funko não é apenas uma empresa de bonecos bonitinhos, mas sim uma gigantesca comunidade a favor da diversão. Tem bonequinho pra fã de qualquer franquia, desde animações, seriados, filmes, esportes, games, música e afins, até grandes personalidades. E assistindo tantos relatos carregados de sentimentos e do quão importante esse hobbie pode ser, é impossível não comprar essa ideia e acreditar que seja mesmo verdade.


Ao final, a impressão que fica é de que o documentário foi feito para fazer com que o público-alvo se sinta parte do processo, não apenas pela forma como eles lidam com os fãs, mas também pela forma como o colecionismo é tratado. As pessoas gostam de colecionar aquilo que lhes trazem lembranças e sentimentos nostálgicos, e isso fica bem evidente quando os depoimentos de colecionadores e até do próprio fundador ou atual presidente são mostrados. As pessoas não colecionam sem que haja um motivo, há toda uma história por trás, e muitas delas são inspiradoras e emocionam bastante.


Tenho quase certeza de que se aqueles que acham que colecionar pops (ou qualquer outro item) é um hobbie inútil e que só serve pra jogar dinheiro fora assistirem ao documentário, eles podem ter uma outra visão do que isso significa e compreender melhor sobre os desejos de possuir "brinquedos" que os adultos têm. Se você conhece alguém que tem dificuldade em entender essa paixão, não custa deixar o convite pra assistir.


Os pops reunem pessoas, são uma motivação para outros que passaram por maus momentos, preenchem e colorem uma parte da vida que talvez pudesse estar sem cor.
Me surpreendi e me emocionei bastante com o que assisti, e se antes eu já era apaixonada pela minha humilde coleção (que hoje tem uns 100 pops mas ainda é considerada "pequena"), depois do documentário eu adoro meus cabeçudinhos ainda mais! ♥

28 de maio de 2018

Wishlist #38 - Funkos de Outlander

Outlander é uma das melhores séries da vida, seja livro, seja seriado, não importa. Quem não gosta ou não morre de amores pelo Jamie só pode estar fora de si, não tem outra explicação. Sei que os pops da série tem valores exorbitantes e fora da realidade, mas não custa sonhar, né? Aqui no Brasil tem gente pedindo até R$1000,00 golpes em cada protagonista enquanto os demais ficam na faixa dos 200,00 ou mais. Já vi que o jeito vai ser importar pra facada no bolso e na alma ser menor e menos dolorosa... Até o odioso e doentio Black Jack é uma gracinha em forma de pop e não pode faltar no set! Quero todos!
O que me deixou mais feliz nessa história é que, por algum milagre divino, consegui achar a fofilda da Claire no ML por R$250,00, sendo que o valor dela em dólares tá na faixa dos $75,00, fora taxas de cartão internacional, frete, taxa de serviço com redirecionamento (se for o caso), risco de taxação, e o escambau a quatro. Tem jeito mais lindo de começar esse set? Agora vou ficar na captura do Jamie, torcendo pra achar num preço bacana! ♥