31 de agosto de 2016

Caixa de Correio #54 - Agosto sem fim e o Desgosto com o Funko


É impressão minha ou esse mês não tem fim? o_O
Agosto não foi um mês muito produtivo pra mim e se não fosse a ajuda do Lucas eu nem sei o que seria desse blog. Tenho várias resenhas de livros lidos que estão pendentes e por mais que o mês tenha sido extremamente longo não consegui tirar um tempo suficiente pra poder escrever tudo o que precisava. Prevejo muita correria no início de Setembro e, talvez, várias resenhas possam ir ao ar num mesmo dia. Não gosto muito de acumular as postagens, mas se não tem jeito, paciência.

Lembram do Funko do Rony Weasley que disse ter comprado no Ebay na caixinha passada? Pois é.. o abençoado chegou, 3 meses depois da compra e, pro meu desgosto e tristeza eterna, foi taxado. Primeira compra internacional que faço e, por ter sido taxada, foi a última. A taxa foi mais cara que o próprio boneco e se eu tivesse comprado aqui teria pagado praticamente a mesma coisa e não teria esperado tanto. O Funko me custou U$13,00 já com o frete, o que dá em média uns R$40,00, e a taxa foi de quase R$60,00!!! É pra morrer viu, ainda mais nessa crise. E esse bando de tributação, taxa e imposto sobre as importações que esse governo de merda recolhe vai pra onde? Que óóóódiiioooo desse país!!!

Mas enfim... tirando esse pequeno inconveniente, esse mês aproveitei duas promoções de livros e recebi algumas cortesias que estava de olho. Bora conferir?

29 de agosto de 2016

A Coroa - Kiera Cass

Título: A Coroa - The Selection #5
Autora: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Gênero: Romance/Juvenil
Ano: 2016
Páginas: 310
Nota:
Onde comprar: Saraiva | Submarino | Americanas
Sinopse: Em A Herdeira, o universo de a Seleção entrou numa nova era. Vinte anos se passaram desde que America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria seleção.
Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração prega peças… e agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil - e importante - do que esperava.
America Singer e o Príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria seleção.
Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração prega peças… e agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil - e importante - do que esperava.

Resenha: A Coroa é o quinto e último livro que encerra a série The Selection e nele continuamos a acompanhar a princesa Eadlyn passando por sua primeira Seleção.

A resenha tem spoiler dos livros anteriores!

A história continua de onde parou no volume anterior, onde America está a beira da morte e Maxon e Eadlyn estão desesperados com essa tragédia, sem contar que Ahren, irmão gêmeo de Eadly, simplesmente fugiu com a ideia de seguir seu coração, deixando sua família na mão. Eadlyn assume o trono pois Maxon está abalado demais para governar, mas ela ainda precisa dedicar sua atenção a Seleção que está acontecendo para poder escolher seu futuro marido.

A Herdeira e A Coroa acabaram me fazendo acreditar que depois do "felizes para sempre" de A Escolha, em que Maxon e America ficaram juntos e reformularam o sistema de castas visando a melhoria de vida do povo de Illeia, não houve, realmente, um final tão feliz e digno de suspiros se formos analisar o contexto geral da história. Acho arriscado inserir questões politicas em romances desse tipo. É necessário um desenrolar e uma resolução convincente de temas distintos mas que acabam se entrelaçando devido a posição em que os personagens se encontram, e se não houver fatores que tornem as coisas críveis, a história desanda e o resultado acaba não sendo o melhor. A atitude de Maxon, ao meu ver, foi irresponsável, e a forma como Eadlyn chegou lá foi uma decepção.

Alguns dos questionamentos que levantei em A Herdeira foram explicados aqui, como a questão de Maxon e America não revelarem o passado deles para a filha, mas outros não. Eadlyn aprendeu um pouco mais com os erros e deixou de ser aquela garota tão irritante e mimada como antes, e eu não esperava outra coisa, pois ela sendo herdeira do trono e futura rainha, teria que aprender a viver caso contrário jamais estaria apta para governar. Ela não é uma personagem muito simpática e fácil de engolir, mas a boa notícia é que, como governante, ela tem um choque de realidade e começa a pensar no povo, a querer fazer o melhor para o país, e por esse único motivo, eu torci por ela.

Sobre o romance, vou ser sincera em dizer que não gostei. Desde A Herdeira eu sabia muito bem que a maior ambição de Kile era sair do palácio para viver sua vida longe dalí, e sua participação na Seleção foi contra sua vontade, mas com uma aproximação maior entre ele e Eadlyn, as coisas estavam tomando um rumo em que era possível imaginar que ele mudaria de ideia. A presença de Erik, o intérprete de um dos selecionados, poderia sugerir um novo caminho para Eady, mas não houve absolutamente nada mais intenso que tivesse sido desenvolvido para que a história tivesse ganhado a reviravolta que ganhou em A Coroa. Acho que quando as coisas se resolvem sem uma base sólida e sem maiores explicações plausíveis para justificar essa tentativa da autora de fugir do clichê, não funciona, e menos ainda quando se quer enfiar um personagem com um destino improvável quanto o de Kile goela abaixo dos leitores. Senti que a história estava caminhando para um final previsível mas a autora já tinha feito tudo de forma premeditada para dar um desfecho "surpreendente", mas pecou no desenvolvimento.

Enfim, ao final da série, minha conclusão é que os dois últimos volumes não foram realmente necessários e funcionam mais como um spin-off da trilogia principal. Tudo bem que ainda acompanhamos alguns acontecimentos que envolvem America, Maxon e afins, e é legal saber o que aconteceu com eles, mas da mesma forma que a autora escreveu contos para se aprofundar em alguns personagens e situações que explicassem um pouco mais de suas vidas, acredito que um conto final - e único - também poderia ser escrito para resumir o futuro dos mais importantes sem que houvesse necessidade de trabalhar em cima de uma princesa inconstante e que teve a vida resolvida de forma instantânea em um capítulo.

Acho que a decepção foi maior porque eu realmente tinha adorado a série, tudo era bem construído e convincente e nesse desfecho a impressão que ficou é que tudo não passou de enrolação e a autora recorreu a alternativas fáceis para se livras de algumas coisas e resolver outras que tornaram o final feliz, mas longe de ser satisfatório... Pra quem é fã, é uma boa apostar na leitura para matar a curiosidade e saber que fim levou a série, mas leia sem expectativas.

28 de agosto de 2016

Uma Curva no Tempo - Dani Atkins

Título: Uma Curva no Tempo
Autora: Dani Atkins
Editora: Arqueiro
Gênero: Romance/Drama
Ano: 2015
Páginas: 236
Nota:
Onde Comprar: Saraiva | Submarino | Americanas
Sinopse: A noite do acidente mudou tudo... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel está desmoronando. Ela mora sozinha em Londres, num apartamento minúsculo, tem um emprego sem nenhuma perspectiva e vive culpada pela morte de seu melhor amigo. Ela daria tudo para voltar no tempo. Mas a vida não funciona assim... Ou funciona? A noite do acidente foi uma grande sorte... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel é perfeita. Ela tem um noivo maravilhoso, pai e amigos adoráveis e a carreira com que sempre sonhou. Mas por que será que ela não consegue afastar as lembranças de uma vida muito diferente?
Resenha: Duas histórias, uma mesma pessoa. Uma Curva no Tempo, de Dani Atkins, conta a vida de Rachel. Após um acidente num restaurante com seus amigos, a garota de dezoito anos adquire uma cicatriz, suporta a morte do seu melhor amigo, Jimmy, e se separa do seu namorado, Matt. Depois disso, ela decide se mudar e recomeçar. Cinco anos após o acontecimento trágico, Rachel é convidada por sua amiga, Sarah, para ir a seu casamento. Agora, a moça se vê mais uma vez numa situação de perigo e sua vida se transforma em algo inimaginável.

Uma Curva no Tempo pode ser considerado um dos livros mais peculiares que já li: uma garota que passa por um trauma, perde a memória e uma nova chance de recomeço é lhe dada, numa nova perspectiva de vida que ela não sabia que existia. Rachel acaba, depois de cinco anos do acidente, caindo numa realidade que não era dela. Para a moça, existem certas lembranças, mas para o resto das pessoas nada daquilo existiu. Aquele passado triste ficou para trás, dando lugar a uma vida normal e feliz. Um enredo bem arriscado para ser desenvolvido. A autora colocou uma protagonista que, em sua cabeça, acha que teve um hiato de cinco anos na sua memória. Quem está a sua volta acha que ela está com amnésia (ou é louca). É muito difícil entender o objetivo do livro. Conforme o desenvolvimento, esperei que a trama avançasse para algo mais interessante, mas isso não ocorreu. Assim como os personagens que não acreditavam no que Rachel dizia, eu não acreditei na veracidade dessa história.

A narrativa é feita em primeira pessoa em apenas treze capítulos, um dos motivos para todo o arrastar da trama. Alguns deles são muito longos e se mostram totalmente irrelevantes em sua extensão, tornando tudo muito lento. Esperei encontrar mais dinamismo, mas ao final de cada um, muito pouco era revelado. Acredito que, devido ao tema abordado, a perda de memória e um quebra-cabeça de fatos esquecidos pela protagonista,  Dani Atkins devia ter dado pistas e deixado o leitor com aquela sede de descobrir mais sobre o que aconteceu com Rachel. Fiquei esperando o ápice de acontecimento, alguma coisa que realmente me levasse ao choque pela surpresa, mas não ocorreu. Se a ideia era só um romance, ela podia ter explorado outro tipo de enredo.

Existe uma espécie de triângulo amoroso que não é muito convincente. O primeiro agravante do amor entre Matt e Rachel, seu primeiro namorado no colégio, é a falta de memória dela, ou seja, esse sentimento ficou inconsistente. Foi impossível enxergar alguma verdade ali. O mesmo acontece com Jimmy, que era seu melhor amigo. O que a autora quis retratar? Romance? Suspense retratado através da perda de memória? Drama? Numa tentativa de abranger tudo, esse "tudo" se tornou raso e não me atraiu. As questões que deviam ser um motivo atraente na história, envolvendo os três, não fazem diferença nenhuma, pois nenhum dos dois homens foram mostrados profundamente; foi impossível conhecê-los. Uma nova perspectiva poderia ser dada se houvessem alguns capítulos que retratassem o envolvimento da protagonista com eles no passado. Sem isso, ficou a dúvida de onde surgiram tais sentimentos.

Uma Curva no Tempo retrata dois tempos, duas vidas e uma mesma pessoa. Essa ideia foi boa, mas o desenvolvimento foi falho. É o tipo de história que fica aquela nuvem de pontos de interrogação pairando sobre a cabeça, e que no fim se mostra totalmente inconclusivo. Num capítulo final de apenas oito páginas, Dani Atkins tentou dar sentido a toda uma trama que não teve nada conciso desde o início. A explicação para todo o acontecimento "sobrenatural" na vida de Rachel e a divisão de duas realidades em sua cabeça é cientificamente impossível.  Não há sequer uma nota da autora para explicar de onde surgiu a ideia para criar a trama, que necessitava de um respaldo na realidade para tornar tudo mais crível.

27 de agosto de 2016

Novidades de Agosto - Record

Um Tom Mais Escuro De Magia - Tons de Magia #1 - V. E. Schwab
Kell é um dos últimos Viajantes — magos com uma habilidade rara e cobiçada de viajar entre universos paralelos conectados por uma cidade mágica. Existe a Londres Cinza, suja e enfadonha, sem magia alguma e com um rei louco — George III. A Londres Vermelha, onde vida e magia são reverenciadas, e onde Kell foi criado ao lado de Rhy Maresh, o boêmio herdeiro de um império próspero. A Londres Branca: um lugar onde se luta para controlar a magia, e onde a magia reage, drenando a cidade até os ossos. E era uma vez... a Londres Negra. Mas ninguém mais fala sobre ela. Oficialmente, Kell é o Viajante Vermelho, embaixador do império Maresh, encarregado das correspondências mensais entre a realeza de cada Londres. Extra-oficialmente, Kell é um contrabandista, atendendo pessoas dispostas a pagar por mínimos vislumbres de um mundo que nunca verão. É um hobby desafiador com consequências perigosas que Kell agora conhecerá de perto. Fugindo para a Londres Cinza, Kell esbarra com Delilah Bard, uma ladra com grandes aspirações. Primeiro ela o assalta, depois o salva de um inimigo mortal e finalmente obriga Kell a levá-la para outro mundo a fim de experimentar uma aventura de verdade. Magia perigosa está à solta e a traição espreita em cada esquina. Para salvar todos os mundos, Kell e Lila primeiro precisam permanecer vivos.

Pompeia - A Vida de Uma Cidade Romana - Mary Beard
O livro que reúne tudo o que é preciso para que o leitor se sinta guiado ao longo de uma viagem pelas ruas e casas da verdadeira Pompeia.
Durante muito tempo, Pompeia foi uma próspera cidade do Império Romano, até ser devastada, em 79 d.C., por uma das maiores erupções do Vesúvio de que se tem notícia. Ao longo dos anos que se seguiram, e ainda hoje, questões sobre seus habitantes e o estilo de vida que levavam até o fatídico dia em que a cidade sucumbiu à fúria do vulcão povoam a mente de estudiosos e leigos. Este poderia ser apenas mais um livro sobre os principais achados arqueológicos do local e, ainda assim, certamente despertaria o interesse de muitos. No entanto, aqui, a especialista em classicismo Mary Beard vai além das questões mais corriqueiras, aprofunda-se em detalhes muitas vezes negligenciados, questiona posições já consagradas por arqueólogos de diversas épocas e desmistifica inúmeros fatos relacionados ao cotidiano daquela população. Com centenas de ilustrações, mapas, plantas baixas e fotografias, este livro conduz o leitor a um mergulho no dia a dia da cidade, em uma viagem pelas ruas e casas desta cidade romana.

Guerreiros da Tempestade - Crônicas Saxônicas #9 - Bernard Cornwell
Neste aguardado nono volume da saga Crônicas Saxônicas, a luta entre deveres familiares e lealdade aos seus guerreiros não há um caminho fácil.
Os filhos do falecido rei Alfredo, Eduardo e Æthelflaed já dominam a maior parte do território saxão. Seus exércitos conquistam e garantem a soberania por onde passam. Mas isso não impede que os incansáveis nórdicos realizem constantes ataques aos seus reinos. Uhtred de Bebbanburg comanda a guarnição do burh de Ceaster, uma poderosa fortaleza no norte da Mércia construída pelos romanos. O poder da senhora Æthelflaed na região se expande, o que atrai olhos cobiçosos. Ragnall, o Cruel, reúne forças irlandesas e nórdicas no maior exército que jamais ameaçou o universo saxão. Com isso, a solução de Æthelflaed é colocar suas forças no interior de Ceaster para resistir aos ataques inimigos. Porém, quem será capaz de manter Uhtred entre as paredes de um burh quando sua filha, casada com Sigtryggr, irmão e inimigo de Ragnall, é colocada em perigo? Na luta entre deveres familiares e lealdade aos seus guerreiros, entre ambições pessoais e compromissos políticos, não há um caminho fácil. Mas um homem com a coragem de um verdadeiro guerreiro é capaz de trilhá-lo. Este homem é Uhtred, e este momento é decisivo para seu destino.

Neuropropaganda de A a Z - Antonio Lavareda
Como a neurociência pode deixar a publicidade mais eficaz.
Neste livro, desde já referencial para o ofício, estudo e avaliação da comunicação publicitária, Antonio Lavareda e João Paulo Castro selecionam e explicam, com notável didatismo, conhecimentos básicos da neurociência, e mostram como – e por que – podem e devem ser aplicados à propaganda, num tempo em que a mensagem de natureza afetiva se impõe. Com um texto acessível e atraente também a leigos, os autores conduzem o leitor, com maestria, ao centro da revolução decorrente da explosão no volume de informações sobre o funcionamento cerebral – e aos modos diversos como tal abundância influenciou a prática publicitária.

A Balada do Cárcere - Bruno Tolentino
Com sua fusão de imagens imprevistas e ideias complexas, A balada do cárcere situa Bruno Tolentino no topo da modernidade literária brasileira.
Polêmico, com um histórico de desavenças com compositores da MPB e professores da USP, entre outros, Bruno Tolentino se definia como uma língua ferina entortada pelo vício da ironia. Não exibia falsa modéstia quanto a seu papel no cenário literário brasileiro, tinha consciência do próprio talento: mudei a história da Literatura, pus o Brasil no mapa internacional, afirmava. Considerado um dos maiores poetas brasileiros de todos os tempos, ganhou três vezes o Prêmio Jabuti, tornando-se um dos únicos escritores a conseguir tal feito. Nascido da experiência de onze anos de prisão em Dartmoor, no Reino Unido, A balada do cárcere recebe agora uma segunda edição, comentada, com apresentação do poeta Érico Nogueira, e notas e organização de Juliana P. Perez, Jessé de Almeida Primo, Guilherme Malzoni Rabello, Renato José de Moraes e Martim Vasques da Cunha.

Guerreiros de Roma - Rei dos Reis #2 - Harry Sidebottom
O Guerreiro de Roma sobreviveu ao cerco de Arete e está de volta com força total.
256 d.C. O Império Romano está abalado. O cristianismo ganha cada vez mais seguidores, entre eles, homens importantes e perigosos que planejam usar a própria autoridade para garantir que sua nova religião obtenha maior influência na região, ameaçando lançar por terra os valores tradicionais do império. Enquanto isso, Balista, um experiente general e sobrevivente do cerco de Arete, retorna à corte imperial em um tempo de intrigas e fanatismo religioso, mas sua recepção não é nada calorosa. Apesar de sua grande coragem e forte lealdade a Roma, ele é malvisto pela maioria dos nobres devido à derrota em Arete e às suas origens como escravo nascido em território germânico. Porém, é na fronteira do leste de Roma — onde um vasto exército de persas sassânidas avança — que está o verdadeiro perigo. Assim, cabe apenas a Balista, o Guerreiro de Roma, proteger o Império Romano dessa ameaça avassaladora.

Quando Roubar Um Banco - Steven D. Levitt e Stephen J. Dubner
Um verdadeiro guia sobre tudo — ou quase tudo — de economia, dos autores de Freakonomics.
Os autores respondem a todo tipo de perguntas esdrúxulas: por que comissários de bordo não recebem gorjeta? Se você fosse um terrorista, como atacaria? E por que o frango do KFC sempre acaba? Você também vai descobrir sobre o que as pessoas mais mentem, e por quê; a melhor forma de diminuir a quantidade de homicídios por armas de fogo; por que está na hora de criar um imposto para o sexo; e, claro, quando roubar um banco (a resposta é nunca, pois as taxas de retorno são péssimas). Com base em sólidos conhecimentos e análises nas áreas de economia e jornalismo, mas ao mesmo tempo surpreendente, divertido e sagaz, Quando roubar um banco expõe o brilhantismo que fez dos autores um fenômeno internacional, com mais de 7 milhões de livros vendidos e traduzidos para mais de quarenta idiomas.

Finanças Públicas - Da Contabilidade Criativa ao Resgate da Credibilidade - Felipe Salto e Mansueto Almeida
O livro que explica por que a política fiscal do governo PT quebrou o Brasil e mostra soluções para o país retormar o rumo da estabilidade e do crescimento.
Finanças públicas reúne grandes nomes da área econômica. Os organizadores Felipe Salto, assessor econômico de José Serra e colunista do jornal Valor Econômico, e Mansueto Almeida, secretário de Acompanhamento Econômico no Ministério da Fazenda do governo Michel Temer, além dos autores Pedro Jucá Maciel, Mailson da Nóbrega, Gustavo Loyola, Marcos Mendes, Sérgio Praça, Maurício Oreng, entre outros, analisam a história econômica do Brasil e propõe soluções para os problemas crônicos do país, intensificados nos governos Lula e Dilma, como inflação, dívida externa e alta taxa de juros interna. Entre as soluções apontadas, estão a estabilidade monetária e uma agenda da responsabilidade fiscal. Os artigos têm rigoroso embasamento histórico e técnico, com linguagem clara para todos os tipos de leitores.