10 de agosto de 2015

Novidades de Agosto - Bertrand

A Casa das Marés - Jojo Moyes
Na década de 1950, uma cidade litorânea chamada Merham é dominada por uma série de regras sócias austeras. Lottie Swift, acolhida durante a guerra e criada pela respeitável família Holden, ama viver ali naquela cidade, mas Célia, a filha legítima do casal, não vê a hora de ultrapassar os limites de Merham.







O Primeiro Marido - Laura Dave
Annie Adams acredita ter tudo. Ela atravessa o mundo escrevendo sua coluna de viagens e acredita que seu relacionamento de cinco anos com o cineasta Nick é perfeito... Até ele resolver deixá-la. Pouco depois, Annie conhece Griffin, um charmoso e atencioso chef de cozinha, diferente de Nick em quase todos os sentidos. Ela rapidamente se casa com ele e os dois se mudam para uma pequena cidade rural no Massachusetts.
Uma vez lá, no entanto, ela percebe o quão pouco conhece Griffin e acaba se perguntando se o relacionamento é pra valer ou se o casamento às pressas foi pura e simplesmente um equívoco. Quando Nick retorna, pedindo uma segunda chance, Annie fica dividida entre o marido e o homem com quem tivera a intenção de casar-se e é forçada a escolher entre um deles.

Não Olhe para Trás - S. B. Hayes
Desde a infância, Sinead é compelida a cumprir uma promessa a seu manipulador irmão Patrick: a de que sempre seguirá os passos dele. Quando ele desaparece misteriosamente, ela então se vê obrigada a procurá-lo. As dicas que Patrick parece deixar sobre o seu paradeiro levam-na à Casa Benedict, um lugar onde o tempo não tem sentido — onde um segundo parece durar uma eternidade.
Lá, ela conhece James, que está em busca de respostas sobre o seu passado, e por quem se apaixona. Juntos, os dois descobrirão verdades terríveis que irão testá-los até o limite. Apesar de seu novo amor, Sinead permanece aflita por Patrick e acredita que ele, de alguma forma, seu irmão está por perto e a observa. E ela não conseguirá descansar até encontrá-lo.

Sinos do Inferno - Samuel Johnson #2 - John Connolly
Continuação da série Samuel Johnson iniciada com Os Portões. Samuel Johnson está em apuros. Sua visão ruim o faz passar o maior vexame, e o demônio sra. Abernathy está com sede de vingança desde que seus planos de invadir a Terra foram frustrados pelo jovem. Ela planeja aprisioná-lo e, quando o Grande Colisor de Hádrons é religado, a oportunidade bate à porta. Samuel e seu fiel bassê, Boswell, são arrastados para as profundezas do Inferno, onde serão caçados pela sra. Abernathy e seus lacaios infernais. Mas apanhar Samuel não será nada fácil para o demônio, que já testemunhou de perto a bravura e a inteligência do garoto e seu cão, além da leal amizade entre Samuel e o infeliz demônio Nurd. Ela também não conta com a presença de dois incompetentes policiais e de um azarado – no sentido mais otimista da palavra – sorveteiro. Tampouco poderia esperar a intervenção de um grupo de pequenos seres que confirmam que Samuel e Boswell não são os únicos habitantes da Terra a pararem de uma hora para outra no Inferno. Se você pensava que demônios eram assustadores, espere até encontrar Os Elfos do Sr. Merryweather.

Minha Paris, Minha Memória - Edgar Morin
A história de uma vida de liberdade, igualdade e fraternidade Em junho de 2012, depois de receber das mãos do prefeito Bertrand Delanoë a mais alta condecoração de Paris, Edgar Morin proferiu o discurso de agradecimento que acabou despertando nele o desejo de escrever suas memórias, que tiveram na Cidade-Luz palco e protagonista. Em Minha Paris, minha memória, o filósofo-sociólogo narra suas tribulações pelos diferentes bairros da capital francesa e nos convida a fazer parte de sua história sobre a História. Eventos como a Resistência Francesa, a guerra da Argélia e o Maio de 68 são descritos de maneira vívida e autêntica por este jovem nonagenário, celebrado e traduzido no mundo inteiro.


A Vida Viva - Jean-Claude Guillebaud
O progresso vai contra o homem quando não serve suas necessidades. Um ensaio sobre o mundo digital e a existência Talentosos pesquisadores, satisfeitos diante da desmaterialização humana, anunciam uma nova era — um tempo em que não precisaremos mais de seres humanos. Tais pensadores do século XXI propõem um mundo diferente. Seu denominador comum é o desejo de romper com a “vida viva”, a qual fundamenta a condição humana em sua relação concreta e imediata para com o corpo, o tempo e os outros. Jean-Claude Guillebaud condena o fato de estarmos marchando para um mundo cada vez mais digital, quantificado e comercializado, que escravizará tudo e todos em seu caminho rumo a um destino inexorável, e propõe uma resistência.

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