Wishlist #69 - Funkos de Horizon Zero Dawn

29 de março de 2019

Não tenho mais costume de jogar jogos de video game como fazia antigamente. Acho que a última vez foi quando GTA V foi lançado e eu descontei todo meu estresse atropelando transeuntes e metendo tiro em quem olhava torto pro meu boneco mal encarado, maníaco e psicopata (e olha que isso não fez de mim uma maníaca). Antes disso meu negócio era Super Mario, Donkey Kong, Crash Bandicoot, Final Fantasy Tactics (♥) e Resident Evil no finado PS1 (década de 90, quem nunca?) ou as versões anteriores de GTA mesmo.

Então, com esses consoles cada vez mais modernos e cheios de trelelês, e eu sem tempo nenhum pra passar o dia jogando igual eu fazia antes (saudade da época que eu não tinha filhos, nem preocupações e podia dormir até 2hs da tarde), acabei tenho que me contentar com joguinhos no celular ou alguns míseros minutos no PC com Don't Starve ou The Sims, mas o tempo é tão pouco que não consigo progredir quase nada, acabo perdendo o interesse e deixo pra lá.

Eis que numa dessas, vejo a Marina (minha filha mais velha) bem animada com um jogo que ganhou do tio, e quando parei dez minutos pra ver do que se tratava fiquei admirada com os gráficos e com a história de Horizon Zero Dawn, e, por ser RPG, já cresci o olho no negócio.

Bem resumidamente, o jogo se passa mil anos no futuro e traz um cenário pós-apocalíptico e super bizarro onde pequenos grupos de pessoas vivem em tribos primitivas e lideradas por Matriarcas, tem suas tradições, rituais e cultuam uma Deusa, e também se dividiram entre caçadores e coletores, mas o grande problema é que o domínio dessas pessoas sobre essa condição e sobre esse ambiente tribal e selvagem foi usurpado por criaturas colossais, poderosas e mecânicas (com direito dinossauros e tudo) cuja origem é desconhecida. E nesse cenário vamos conhecer - e controlar - Aloy, uma garota "sem-mãe" que desde bebê foi exilada da tribo e criada por Rost, um homem bastante sábio e bondoso, que se exilou para cuidar dela e prepará-la para esse mundo cheio de perigos. Ele nunca deixou de ensiná-la que é preciso respeitar não só as tradições das tribos e a autoridade das mulheres, mas também o poder das Máquinas. Aloy cresce e desenvolve suas habilidades de caça assim como as habilidades de arco e flecha, vai explorar o mundo selvagem, porém cheio de tecnologias super avançadas, e treinar muito a fim de vencer a Provação para, assim, ter direito a um desejo concedido pelas Matriarcas e obter as respostas sobre quem ela é, por que foi exilada, e outras coisitas mais.

Infelizmente, por mais que eu tenha ficado interessada e bastante empolgada com a premissa do jogo, não tive oportunidade de jogar o bastante para fazer um post sobre devido a falta de tempo e correria do dia-a-dia (ser mãe e dona de casa devia ser considerado uma profissão), mas não é algo que eu esteja descartando. Mas vou, sim, jogar na primeira oportunidade.

E os pops do game? Claro que entraram pra lista!


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